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Porque é que faltam sempre certos tipos de sangue?

Equipa ADSTV 1 min de leitura
notíciastipos de sangue

Quem acompanha os apelos à dádiva já reparou: há tipos de sangue que aparecem vezes sem conta. Nos pedidos urgentes do IPST surgem com frequência os grupos A positivo, A negativo, O positivo e O negativo. Porquê estes — e o que significa para si?

O caso especial do O negativo

O O negativo é o chamado dador universal: pode ser transfundido em qualquer pessoa, independentemente do seu grupo. É por isso o sangue de eleição nas emergências, quando não há tempo para determinar o tipo do doente. Esse papel torna-o extremamente valioso — e quase sempre escasso.

O O positivo e o A: muita procura

O O positivo é um dos tipos mais comuns na população, mas precisamente por isso é também dos mais usados — a procura acompanha a oferta. Já os grupos A estão entre os mais frequentes nas transfusões do dia a dia. Resultado: mesmo os tipos “comuns” podem faltar quando as dádivas abrandam.

E os tipos raros?

No outro extremo estão os tipos de sangue raros, para os quais é difícil encontrar dadores compatíveis. Para estes doentes, a margem é mínima — e é também aqui que tecnologias futuras, como o sangue cultivado em laboratório, poderão um dia ajudar.

A conclusão é sempre a mesma

Seja o seu tipo comum ou raro, universal ou específico: ele faz falta a alguém. Não precisa de saber o seu grupo para dar — ao doar, fica a conhecê-lo. E se quiser perceber melhor como funcionam os grupos e a compatibilidade, veja o nosso guia sobre tipos de sangue.

O seu tipo pode ser exatamente o que falta hoje. Veja as próximas dádivas.


Fontes: apelos do IPST, IP via Público. Conteúdo informativo de carácter geral.